Renault irá investir R$ 750 milhões no Paraná

02
Agosto
 
 

A Renault do Brasil anunciou hoje (1º de agosto) que irá investir R$ 750 milhões no Complexo Ayrton Senna, no Paraná. Os recursos serão destinados à construção de uma nova fábrica: a Curitiba Injeção de Alumínio (CIA), e para a ampliação da Curitiba Motores (CMO). O anúncio foi feito em Curitiba, durante cerimônia com as presenças de Olivier Murguet, presidente da Renault América Latina, Luiz Pedrucci, presidente da Renault do Brasil, e o governador do Estado do Paraná, Beto Richa.

“Nossos investimentos reforçam a importância estratégica do Brasil para o Grupo Renault e para o crescimento das nossas vendas na América Latina”, disse Olivier Murguet.

“A Renault mais uma vez mostra sua confiança no Brasil, mantendo seu plano de investimentos e de lançamento de produtos, mesmo em um cenário de instabilidade econômica”, acrescentou Pedrucci. “A inauguração da CIA e a ampliação da CMO irão aumentar a nossa competitividade e o índice de produção local”.

A Curitiba Injeção de Alumínio vai receber investimento de R$ 350 milhões e é resultado do trabalho de cerca de duas mil pessoas, envolvendo equipes da Aliança Renault-Nissan de 11 países, para a implantação das melhores práticas e tecnologias de injeção na nova unidade industrial. A fábrica será equipada com máquinas de alta tecnologia e modernos processos de produção, em uma área construída de 14,5 mil m² - equivalente a 20 campos de futebol.

A partir de janeiro de 2018, a CIA vai iniciar a produção em série do bloco de motor, a partir de uma linha de injeção a alta pressão. Outra linha, esta de injeção a baixa pressão, irá produzir o cabeçote do motor 1.6 SCe (Smart Control Efficiency). Nestas linhas, o pré-aquecimento das barras de alumínio será feito com o reaproveitamento do calor do processo, contribuindo para a utilização racional de gás.

Curitiba Motores (CMO) - A ampliação da fábrica de motores vai exigir investimento de R$ 400 milhões e irá atender o aumento da produção dos motores 1.0 SCe e 1.6 SCe, lançados no final de 2016. Inaugurada em 2001, a CMO já produziu aproximadamente 3,5 milhões de motores, 40% deles destinados à exportação. A ampliação inclui a construção de novas linhas de usinagem de blocos e cabeçotes em alumínio e virabrequim em aço, utilizados nos motores 1.6 SCe.

Produzidos no Complexo Ayrton Senna, os motores 1.0 SCe e 1.6 SCe destacam-se pelo baixo consumo de combustível, desempenho e prazer ao dirigir. Para garantir a máxima eficiência dos propulsores, a Renault utilizou o know-how adquirido na Fórmula 1. Das pistas, veio a tecnologia ESM (Energy Smart Management) e a bomba de óleo com vazão variável, que reduzem o consumo de combustível, entre outras inovações.

O motor 1.0 SCe está disponível nos modelos Sandero e Logan. Já o 1.6 SCe, além de Sandero e Logan, também equipa os modelos Duster, Duster Oroch e Captur.
fonte http://www.usinagem-brasil.com.br

 
 

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