Projeto termoelétrico em SP terá investimento de R$ 6 bi

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(03/04/2016) - A Emae - Empresa Metropolitana de Águas e Energia, vinculada ao Governo do Estado de São Paulo, assinou no dia 31 de março memorando de entendimentos com as empresas AES Tietê e Siemens/Gasen para o desenvolvimento de projetos de construção, implantação e operação de usinas termoelétricas a gás natural no bairro Pedreira, na capital paulista.

O documento, que tem como objetivo identificar a melhor formatação técnica, comercial e econômica para o projeto, marca o início das atividades que devem dar forma ao futuro empreendimento de até 1.500 MW de potência e investimento de cerca de R$ 6 bilhões.

“O centro de carga do país está em São Paulo e precisamos ter segurança energética na base. Atualmente, só o gás natural é capaz de fornecer essa energia com a quantidade que o Estado necessita. Essas parcerias com empresas de renome dão à Emae ainda mais credibilidade e abrem oportunidades de empregos nesse momento de crise”, destaca o secretário de Energia e Mineração do Estado, João Carlos Meirelles.

O projeto, denominado Parque Térmico Pedreira, teve início em 2015 com a chamada pública de empresas interessadas na implantação e exploração de usinas termoelétricas a gás natural. Quinze empresas apresentaram propostas, sendo a AES Tietê e a Siemens/Gasen selecionadas para avançar na formação das parcerias com objetivo de desenvolver uma termoelétrica de alta eficiência. A Siemens está unindo sua expertise de mais de 130 anos construindo centrais de geração termoelétrica, com mais de 1.250 turbinas a gás de grande porte em operação globalmente, com a visão empreendedora do grupo Gasen.

O Parque Térmico Pedreira visa preservar a segurança energética com base térmica, a segurança hídrica, a estabilidade de oferta, diminuição da intermitência e promoção das fontes renováveis. O projeto deverá trazer conceitos inovadores de flexibilidade operacional e controle de emissões. A estimativa é que consuma cerca de 6 milhões de m³ de gás natural por dia.

A área de 120 mil m² da Emae é considerada estratégica em função de sua localização. Os terrenos estão próximos aos pontos de conexão com sistemas de transmissão elétrica em 88kV, 230kV e 345kV e ao gasoduto, facilitando a distribuição da energia na rede e o acesso do gás natural para geração. A região também é estratégica devido a disponibilidade de fontes para captação de água (Canal Pinheiros e Reservatório Billings) para os sistemas de refrigeração, condensação, caldeira e serviços em geral e a presença de outra usina termelétrica, já em operação no local.

 
 

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